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+ Poema – Problema





Seja qual for a sua posição política, sua religião ou etnia, todos temos o direito de lutar por grandes mudanças nos vários âmbitos da sociedade. Mas as Grandes Revoluções pelas quais lutamos no Sistema de Saúde, na Legislação, nos Modelos de Ensino e Política, por se tratarem de Processos, levam Tempo. E neste tempo que leva, outras transformações devem acontecer paralelamente. São mudanças internas, pessoais, nada fáceis e não menos indispensáveis.





· Acidentes de trânsito causados por embriaguês ao volante, velocidades irresponsáveis e direção displicente.


· Mortes por motivos cada vez menores, decorrentes de temperamentos desequilibrados e exibicionismos inconsequentes.


· Individualismo e falta de cuidado para com o outro nos mais corriqueiros momentos da rotina.


São exemplos de Problemas que podem ser evitados AGORA.






Esta é uma luta para salvar vidas por meio de “pequenas” mudanças individuais de comportamento. E “salvar vidas” não é apenas “desviar da morte”, mas melhora-la e torna-la mais possível à despeito das muitas dificuldades que ainda persistirão.






· É respeitar as diferentes condições e limitações do outro. (E não entender isso como um “clichê barato”, mas como uma Escolha que realmente pode descartar um desentendimento que poderia crescer à consequências fatais desnecessárias).


· É optar por gerar Vida gratuitamente. Entender que fazemos parte de um todo que pode ser melhorado abrindo uma porta ou carregando uma sacola.


· É não piorar o estresse, inerente à vida moderna, com lixo fora do lixo. Entender que se a correria é “inevitável”, ela pelo menos não precisa acontecer em meio a sujeira.








+ Poema é a Vida Eterna. Não por “não morrer nunca”, mas por tornar a coexistência agradável de tal maneira que, se ela fosse infinita, isso não seria um problema.


Meu primeiro ano com ela



PAREM TUDO O QUE ESTIVEREM FAZENDO!
  Hoje completo um ano ao lado da mulher mais incrível que já cruzou meu caminho. Sinto a felicidade de um cão correndo atrás dos patos. Cada batida do meu coração ecoa com a energia de 145 bumbos de uma escola de samba prestes a entrar na avenida. Sinto-me mergulhado na paz que só entende quem teve um encontro real com uma mulher, ao pé da letra, Redentora...
  Há um ano que todos os mamíferos machos e fêmeas sentem inveja de mim e até as toalhas das piscinas lamentam não toca-la como eu o faço. Sim, por um ano. Ao longo de todas as folhas do calendário da minha geladeira, já tomei 365 banhos me preparando para vê-la, arrumei meu cabelo no espelho, me perfumei e ensaiei algumas palavras. Minhas músicas agora são como trufas recheadas de candura e meus poemas são meros “desejantes” de alguém que hoje eu posso encostar.
  Definitivamente o acaso me quer bem! Não há explicação que justifique tamanha safra em minha horta. Não há em mim talento ou qualidade que faça jus a tamanha abonança. É como se de repente eu fosse capaz de subir todas as montanhas ou cozinhar qualquer prato francês. A sensação é engraçada: Existe em mim uma fome de vida, uma vontade de cuidar da saúde para alongar meu tempo com ela! E ao mesmo tempo, é como se cada dia que vivo me desse certa pena por ser um dia a menos de vida. Eu te quero mais que todos os baixos-acústicos do mundo, pois só compondo pra você é que eles fazem sentido.
  No título do mais brega dos apaixonados, sempre te escreverei. Mas na falta das palavras ainda não inventadas, transbordo o “Eu te amo” em

Eu te céu
Eu te mel
Eu te uva-gelada-sem-caroço
Eu te filme-com-chuva
Eu te tulipas vermelhas do fim do inverno
Te amo com aquela consistência perfeita do cheesecake

  Obrigado Deus por atender aquele pedido que fiz antes de soprar as velas do meu aniversário de 12 anos. Ela veio certinha, em todos os detalhes. Mas me capacita, para que eu a tenha pra sempre.

Amém.



Como começou Sr. Célio, me apaixonei. 

Você gosta de comer?!

  
Já começo dizendo que sou um japonês (sansei – 3ª geração) que não come nada que venha do mar. Sim, sei que é um absurdo. Quando criança eu comia tudo, mas hoje não me agrada o gosto, o cheiro e muitas vezes nem o aspecto. Por outro lado, como todos os legumes, frutas e vegetais que existem. Mesmo não sendo minhas preferências, carnes de caça como cervos e patos também passam, se eu não tiver escolha. Carnes moles e com muitas peles ou ossos não me agradam, mas também não passo vergonha por conta disso, me viro bem. Temperos e especiarias exóticas, flores e pimentas, encaro tudo. Pelo menos experimento. Ah, claro, adoro todos os fast-foods. Definitivamente acho que tem momentos que só combinam com um bom hambúrguer. Estou abrindo essas coisas minhas para falar que ninguém é obrigado a comer de tudo como o Ivan. Assim como preferimos algumas cores e não gostamos de alguns cheiros, acho muito natural nos identificarmos com alguns gostos e outros não. Até para exercícios podemos ter preferencias. Eu vou à academia 5 dias por semana, mas não sou muito fã de corridas. Também prefiro nadar à pedalar. Gostos...
  Mas tudo tem limite. Tive a oportunidade de passar os últimos dias em lugares lindos, de muito sol e calor. Achei revoltante o tamanho que alguns pais permitem que seus filhos cheguem tão jovens. E digo “os pais” porque é responsabilidades deles, sim, dar o mínimo de instrução à criança. Não entram nesta crítica problemas que independem da disciplina, como problemas de Tireoide, por exemplo. O que não entendo é como algumas pessoas vão se deformando, entupindo suas veias e artérias e, mesmo vendo seus dias de vida escorrendo pelas mãos, ainda assim não param de comer errado! Um senhor estava quase sem cartilagem no joelho e ainda assim não conseguia deixar de comer o tal “docinho”. Conheço quem tem diabetes, corre risco de ficar cego e ainda assim não resiste à um prato de brigadeiro. Não estou pregando estereótipos de beleza. Não reduza meu desespero à isso! Estou é indignado com essa glutonaria sem limites que transforma seres humanos em bolas de pele e gordura com taxas bovinas de colesterol. Estou indignado com o pouco valor que a vida está tendo em algumas famílias.
  Se não tem ânimo suficiente para deixar de ser sedentário por você mesmo, que o faça então pelos seus filhos! Para que tenham pais por mais tempo! Para que seus netos possam ter um avô que ainda interaja pela sala com eles! Pela sua mulher, para que não fique viúva! Vamos viver, galera! E isso vai virando uma bola de neve: quanto mais sedentária a pessoa é, mais ela supervaloriza qualquer trabalhinho físico. Qualquer caminhada ou escadinha vai se tornando um desafio cada vez mais assustador e a pessoa vai perdendo cada vez mais os parâmetros do que um corpo normal é perfeitamente capaz de fazer. Se enganam usando faixa de compressão, gel redutor, complementos, suplementos, cremes e aparelhos da polishop achando que eles, por si só, sem exercícios e alimentação, vão gerar grandes resultados.
  Existe uma imagem negativa, arrisco dizer cultural, que se impregnou sobre as comidas saudáveis. É como se todos estivessem predispostos a achar ridículo alguém dizer que a sua comida preferida é Abobrinha. Nessa nova onda comportamental, tudo o que não é industrializado é visto com maus olhos antes mesmo de serem provados. E isso existe mesmo dentro das academias! Tudo o que é natural não é tão bom quanto os sintéticos. Aliás, “malhar” e “ser saudável” são coisas bem diferentes. Muita gente treina, mas come como uma criança obesa de nove anos, daquelas com pneuzinhos nas laterais.

  Não estudei nutrição, não sou instrutor de academia e nem sou desses que sabem os nomes das proteínas. Mas sei matemática básica: Se entra mais do que sai, engorda. Se sai mais do que entra, emagrece. Mais saudável, mais expectativa de vida. Menos saudável, menos expectativa de vida. Não é simples, mas é possível e necessário.

Rose, Rosas e Rosés

 
Àquela que casou e vai embora, minha Saudade.
  Que seja novo e excitante. Bastante!
  Que seja amante e não-fácil.
  Que lambuze à sujar a renda, que seja prenda e insinuante a fase que vem!
  Sejam um do outro e Usem um ao outro, porque é também prazeroso ao Amado ser objeto de desejo do Um.
  Que além de eficaz, seja bonita a história contada daqui há algum tempo. E completa, com tudo de ruim que vem junto quando se pede o lanche pelo número. Isso, que hajam também dias ruins pra colorir os bons que chegarem. As vezes a peteca cai e nesses dias seja Luto por inteira. Só após os funerais existe espaço para o recomeço. Não houve duas primaveras sem um inverno no meio. E porque é assim, fica mais bonito.
  Seja nostálgica e passe vergonha por Amar demais. Suba nas mesas e se declare esparramada Apaixonada. O Amor carece sim de declarações públicas. Seja rosa e atraia rosas.
  Aos que ficamos, lembre de nós e quando alguma coisa acontecer, cite os nomes! Caso não aconteça nada que remeta aos daqui de longe, invente algo que aconteceria se conosco. Nos mantenha presente.
  Mais do que ser uma boa esposa e exigir os direitos do papel e do anel, Inspire atos. Sim! Faça de você uma daquelas mulheres que dá aos homens vontade de poemar. Leia-se Poema, entenda-se uma Poema. Você bem sabe que seu som é elegante e florado como um bom Pinot Noir. Os brancos e os tintos são bons, mas não perca a sensibilidade para as nuances-de-meio-de-caminho que os rosés têm.
  Ceda à ele. Seda à ele.
  Em noites quentes, não negue dar-se de trepadeira ao Crisântemo. Faça caldo dele até que escorram Amoras.

  Mas se um dia acordar e achar que já deu, volta ué. Todo ano tem Natal e sua manjedoura é lugar cativo em nós. Remoce quantas vezes achar que deve. Estaremos sempre aqui atrás com violões e taças cheias.


Vida longa aos noivos.

O maior elogio que se pode receber.


Outro dia, sentados na calçada, meu avô e eu conversávamos sobre qual era o maior elogio que alguém poderia receber. Na verdade só eu falava. Ele me ouvia com aquela cara que ele faz quando já tem uma resposta muito melhor, mas me deixa desenvolver até o fim, só para depois eu ter mais material para comparar e ver como ele estava certo. Isso é uma brincadeira bem dele, o primeiro dos Minorus.
Prolixamente, como convém a um neto, garimpei todas as classes de adjetivos que eu conseguia lembrar. Explicativos, restritivos, locuções adjetivas, poéticos, não-poéticos e quando não tinha mais nem superlativos que vencessem aquela cara de “já ganhei”, eu desisti.
-Simples, ele disse.
-Ok. Qual é então?
-Esse! “Simples”! Este é o maior adjetivo que alguém poderia receber.
-Óbvio que não! Eu prefiro muito mais “inacreditável”, “inalcançável”, “celeste”, “incorrigível”, ou mesmo “Ideal”. Talvez até... “Perfeito”?
-Todos estes adjetivos trabalham dentro do campo de possibilidades imagináveis pelo sujeito adjetivado. Em todos eles, por menos prepotente que se possa querer parecer, é possível sonhar, fantasiar, considerar onde está um determinado topo e lá, naquele lugar, entender que este “elogio maior” o colocaria. Trata-se de um topo tangível, por mais distante que seja. Quando alguém diz que o outro “é simples”, e claramente não se trata de uma classificação socioeconômica, os parâmetros vão para outro plano, acolá das medidas possíveis do elogiado. O que ele está querendo dizer é: Pela minha balança, suas qualidades, seus talentos, seus encantos e interesses te agregam um valor que fazem de você uma possibilidade imensuravelmente maior do que você se permite aparentar ou mesmo imagina merecer ou atingir. Ainda que fosse deselegante, toda e qualquer forma de arrogância, orgulho, altivez ou sobranceira seria justificável para alguém de sua altura e competência. Mas, a despeito de tudo, à mim, parece elegantemente menos do que podia. Ou simplesmente, “mais simples do que realmente é. Por ser muito mais”.
-Eita... entendi.
E a competição acabou assim, sem réplica e com ele me sorrindo à sumir com os olhos.

Ao meu avô, um homem... simples.

A beleza de estar indo

  Vendo um amigo falar sobre a parábola da mulher e o fermento do pão (Mt 13:33), minha cabeça foi longe. Ele dizia sobre as coisas que crescem dentro de nós silenciosamente e comentava a cerca das incoerências humanas. Voltando pra casa, não parei de pensar:
  Frequentemente nos deparamos com características e condições que nos surpreendem, até sobre nós mesmos. De repente vemos uma foto antiga e percebemos o quão gordo estamos hoje; vemos um calendário e procuramos a última vez que fizemos exercício, que visitamos aquela pessoa... Outras coisas são mais sérias: um homem casado que ao ver uma mulher “dando mole”, subitamente se espanta ao sentir que “aceitar o flerte” não é mais tão absurdo e distante como era há alguns anos. Ou um fiscal que inesperadamente se vê aceitando propina para facilitar algo que jamais cogitaria no início da carreira...
  O que aconteceu comigo?! nos perguntamos. A questão não é o que aconteceu, mas o que vem acontecendo. Que tipo de fermento vem ganhando volume em mim. Ninguém fica gordo de um dia para o outro, ninguém volta da academia na Segunda e vira sedentário na Terça. Ninguém ao menos sente saudade daquele que viu no dia anterior. Assim também nenhum honesto passa à “facilitador” em uma tarde. Nenhuma “surpresa matrimonial” aparece no dia seguinte a um dia verdadeiramente entregue ao amor.
  Já vi dizerem por exemplo que “a ocasião faz o ladrão”, mentira. O “ladrão” e suas possibilidades, as conjecturas sobre “como seria?”, a articulação de “e se eu fizesse?”, os pensamentos e as suposições já aconteciam internamente numa fermentação silenciosa e maldita. O que houve então na ocasião, foi tão somente uma Ebulição. O ladrão já havia.
  Assim como as construções, as desconstruções também são processos e não instantes. E é por isso que sou tendencioso a nunca aceitar com muita entrega, os “salvos-instantâneos”. Me refiro aqui principalmente aos maus-vícios, às mudanças de caráter, aos maus costumes alimentares. Não sou pessimista e tão pouco descrente dos milagres, só acho cômodo demais, superficial demais, esquisito demais transferir uma responsabilidade que é minha. Me esquivar de um combate que é meu. Covardia, não valentia. Esperteza, não expertise. É como levantar a mão num apelo de qualquer pastor e “pronto, agora estou salvo. Vou para o céu”. Pode até ser um marco, uma data, mas o negócio começa mesmo é no primeiro dia útil de trabalho, no primeiro dia de aula, no primeiro dia de trânsito.

  Até mais beleza eu vejo nos procedimentos, na labuta diária, na recusa do bolo e do dinheiro. Torna mais legítimo. E eu não sou desses que acha que “pra ser válido, tem que ser difícil”, não! Mas acho que alguns problemas de nossa natureza devem ser encarados com coragem e maturidade. Fica mais humano assim, e por isso vira celeste. Até Cristo em seu momento de dificuldade não usou de sinsalabim! ou pó de pirilim-pim-pim! Ele caminhou –literalmente- por sua luta sem fórmulas mágicas.
  As flores levam o ano todo para construírem a primavera, um pardal constrói um ninho graveto por graveto, as uvas levam anos para virarem vinho e mais ainda para virarem vinagre. Engatinhamos muito antes de andar e levamos anos para conseguir correr. Fiz muita bolha no dedo para conseguir tocar a Suíte para piano e flauta do Claude Bolling.

  Se tudo faz tanto sentido assim, cuidado com os pequenos favores, cuide dos grandes amores e coma mais salada. É que “de repente” tudo cresce...

O Bem que Amaldiçoa!



            Que há males que vêm para o bem, todos sabemos, mas venho percebendo que também há bens que vem para males. Andando por aí, conheci pessoas com um estranho costume: tornar a benção, um infortúnio. Fazer do seu diferencial, seu ponto negativo! É curioso, mas mais comum do que imaginamos.
           Fui apresentado a um ótimo músico e adorado por todos em sua comunidade, a não ser por sua banda, que tem nele sua maior “canseira”. Apertei a mão de uma referência em “personal trainers” que, após se formar com honrarias numa ótima faculdade, virou motivo de comentários e olhares tortos na academia. Já comi pizza com um homem que ainda teria seu filho se este não tivesse tão cedo as condições de comprar um carro tão rápido, quando ainda era tão imaturo.Era para seu filho estar à mesa conosco... Médicos que se tornaram insuportavelmente petulantes, tamanha a capacidade e conhecimento.
           Não estou dizendo que a excelência é má, mas que a competência sem Amor gera morte. E se entendermos por “amaldiçoado”, simplesmente aquele sobre quem se recai algum mal, podemos até dizer que aquele cara que hoje ninguém aguenta na banda por ser arrogante com sua nova Guitarra top de linha, foi amaldiçoado por ganhar esta guitarra. Aquele menino que jogava bola no bairro com todos e agora na seleção, bem financeiramente, mente na entrevista sobre sua origem, foi amaldiçoado com um talento. O empresário que ao ser promovido, agora só anda em outras rodas, com outras pessoas “mais legais”, este foi amaldiçoado com uma promoção. Aquele que de tanto viajar para trabalhar em sua empresa que não para de crescer, “sem querer” se envolveu com uma segunda mulher, este foi amaldiçoado com uma empresa próspera.       
             Eu não sei cozinhar, e por isso penso em quantas pessoas já encheram a minha cozinha para me ensinar algo! Não sei dançar, por isso já ri muito com alguns amigos e aquele jogo de dança no tapete. Também não sei pescar e deve ser por isso que rimos tanto naquele barco, enquanto o peixe pulava com meu anzol na boca. Minha namorada não sabia comer de hashi, por isso ontem foi tão legal a janta.    
           Aí eu lembro da entrevista do Guga falando sobre ser o número 1 do tênis mundial, e explicando a surpresa que foi sentir uma súbita solidão quando se viu no topo. “Bom mesmo é ser o 2º” brincou ele. Claro que ser competente é ótimo! Isso nem se discute e nem está em questão aqui! Mas algumas pessoas seriam mais legais se não fossem as melhores do grupo em matemática, ou o mais rápido da sala, ou o que pinta mais bonito, ou o que tem melhor pontaria ou melhor chuteira... Eu aprendi que as vezes a maldição de um pai vem dentro de uma Ferrari, que a praga de um médico pode vir com um PhD. Que a pior coisa que pode acontecer com alguém, as vezes é dar tudo certo. E que quando algo dá muito certo, as vezes a pessoa vai embora do corpo e volta alguém ali pra dentro que não gosta de ninguém…
           Gosto sim de procurar sempre ser melhor no que eu faço. Gosto de melhorar minhas coisas todo dia! Os japoneses chamam isso de “Kaisen”, "a melhora constante". Mas não abro mão da posição de sempre não saber algo, apenas porque isso tem enchido a minha cozinha de gente…

Foto: aprendendo a fazer lasanha.