Sabe...
Eu conheço um lugar agradável. Candura aos amargos.
Lá as comidas são mais suculentas e as dietas mais fáceis.
Os amores antigos são mais fortes, e os platônicos mais belos. As pessoas são incrivelmente bonitas e bem resolvidas, mesmo em suas questões mais intimas.
Mas esse lugar é controlado por pessoas Fora dele. E é ai que o problema começa...
Com a irresponsabilidade de uma viagem de carnaval para uma praia bem distante, na qual não se voltará mais, pessoas tomam as mais diferentes formas. Classificam-se justapostos em adjetivos duvidosos. Duvidosos como tudo que é demasiado especifico e pontual – Sou casado, sou cristão, sou feliz,sou fiel-.
Mulheres Helenizadas juntam-se com homens Herculizados ao som da mais triste valsa fingida já composta. Tornamo-nos populares e populistas. Seguros e eloqüentes. Temos muitos amigos! Existem até os mais arrogantes que se dizem LOTADOS em letras garrafais.
Lá existem ferramentas que descartam o “olho no olho”. Isso é perigosamente encorajador aos covardes, pois torna a terra propícia para o estacamento de bandeiras. Aprendemos superficialmente as mais variadas habilidades reduzindo o processo de aprender em um vídeo (o mais curto de preferência). Reduzimos então as pessoas a perfis, frases (140 caracteres) e fotos (essas campeãs em adultério). Pior ainda quando os ampliamos!
Eu sou uma mentira também. Não tenho 996 amigos, muito menos 118 seguidores -palavra abominável diga-se de passagem-. Minha fé não é de veras resolvida e minhas calças não permitem ser cínico gritando em praça publica que sou “firme na rocha!”. Frequentemente escorrego financeiramente, profissionalmente e interiormente. Não sou tão sociável e estou acima do peso. Agora mesmo estou com uma espinha na bochecha e tenho horror a baratas.
Acabo de aprender a beleza das celestes feiúras de trôpegos humanos. Repouso mais leve agora... com mais você lendo este texto engano uma pessoa a menos hoje.
Amém
Vamos à Bahamas!
Terapia do vomito verbal.
Exclamações
Eu queria que alguns objetos como chave, eletronicos, controles remoto, parafusos ou até eu mesmo (em momentos pós-deslizes) se personificassem em outra pessoa. Assim eu poderia brigar com ela e quem sabe -dependendo da sorte- até agredi-la com fervor-.Eu começaria verbalmente e passaria para o físico e chegaria nos insultos espirituais.
Será normal que com tão poucas primaveras já se passe por tamanhos desconfortos? E veja, não tocarei nem nos já sabidos e populares alucinógenos como o trânsito ou os tele atendimentos. Não! Muito menos! Como me irritam as velhas fofoqueiras! As tampas que somem do nada! Calor, nossa eu coço no calor, que ódio! E as pessoas então que conversam uma vez e já se acham amigas. Será que só a minha comida não esquenta rápido sob as microondas? Resumir-se-ão a mim todas as topadas nos degraus? Deus, por favor, me corte um dedo do pé, mas não me deixe mais acordar no meio do sono para saciar esses ingratos rins! Tremo os ainda novos joelhos. Porque não tampam as garrafas após se servirem, uma vez que ninguém gosta de refrigerante sem gás? Por quê? Seria por ventura graça? É gostoso? Que saco! E porque não proíbem os motoboys de viverem? Nem preciso de políticos para que me saquem o sono, basta-me os chás que sem piedade me transtornam vezes mil a língua! Computadores... Ai os computadores demoníacos que não andam nunca, e quando instantâneos, não salvam, e quando benevolentes o fazem não abrem o que outrora salvaram! Raios e trovões! Como me irritam os palpites que me outorgam algo como determinado molho na Minha salada ou massa que seja. E quando te apressam no decorrer de algo que só a ti importas? Não lhes peço o gosto. Não! Peço apenas um tempo, aquele “ratito” espanhol! Ahhhhh! Teria alguém a gentileza de cortar minha cabeça em troca de nunca mais eu dar-me conta de alguma coisa esquecida no quarto depois de já estar no carro e esse já ligado? Nossa como me agride ao cérebro ligar a televisão ou rádio e o som estar em mil por cento de altura! Sim mil por cento! Bato-me com fervor. Em pensamento enfio o dedo em meu olho esquerdo. Unhas? Nem me lembro das ultimas. Atribulado transbordo.
Ufa.... Estou bem melhor....
Escreveria uma continuação a esse texto por mais sete km, todavia pouparei a ti leitor. Deixar-te-ei apenas com o incentivo de que enumere seus próprios itens. Quem sabe assim os entenderás e então os anularás daqui a uns anos... Se assim o for me ensine.
Minoru Rodrigues Ueta Raphael
Eu queria que alguns objetos como chave, eletronicos, controles remoto, parafusos ou até eu mesmo (em momentos pós-deslizes) se personificassem em outra pessoa. Assim eu poderia brigar com ela e quem sabe -dependendo da sorte- até agredi-la com fervor-.Eu começaria verbalmente e passaria para o físico e chegaria nos insultos espirituais.
Será normal que com tão poucas primaveras já se passe por tamanhos desconfortos? E veja, não tocarei nem nos já sabidos e populares alucinógenos como o trânsito ou os tele atendimentos. Não! Muito menos! Como me irritam as velhas fofoqueiras! As tampas que somem do nada! Calor, nossa eu coço no calor, que ódio! E as pessoas então que conversam uma vez e já se acham amigas. Será que só a minha comida não esquenta rápido sob as microondas? Resumir-se-ão a mim todas as topadas nos degraus? Deus, por favor, me corte um dedo do pé, mas não me deixe mais acordar no meio do sono para saciar esses ingratos rins! Tremo os ainda novos joelhos. Porque não tampam as garrafas após se servirem, uma vez que ninguém gosta de refrigerante sem gás? Por quê? Seria por ventura graça? É gostoso? Que saco! E porque não proíbem os motoboys de viverem? Nem preciso de políticos para que me saquem o sono, basta-me os chás que sem piedade me transtornam vezes mil a língua! Computadores... Ai os computadores demoníacos que não andam nunca, e quando instantâneos, não salvam, e quando benevolentes o fazem não abrem o que outrora salvaram! Raios e trovões! Como me irritam os palpites que me outorgam algo como determinado molho na Minha salada ou massa que seja. E quando te apressam no decorrer de algo que só a ti importas? Não lhes peço o gosto. Não! Peço apenas um tempo, aquele “ratito” espanhol! Ahhhhh! Teria alguém a gentileza de cortar minha cabeça em troca de nunca mais eu dar-me conta de alguma coisa esquecida no quarto depois de já estar no carro e esse já ligado? Nossa como me agride ao cérebro ligar a televisão ou rádio e o som estar em mil por cento de altura! Sim mil por cento! Bato-me com fervor. Em pensamento enfio o dedo em meu olho esquerdo. Unhas? Nem me lembro das ultimas. Atribulado transbordo.
Ufa.... Estou bem melhor....
Escreveria uma continuação a esse texto por mais sete km, todavia pouparei a ti leitor. Deixar-te-ei apenas com o incentivo de que enumere seus próprios itens. Quem sabe assim os entenderás e então os anularás daqui a uns anos... Se assim o for me ensine.
Minoru Rodrigues Ueta Raphael
Assinar:
Postagens (Atom)
2 comentários: